Impactos ambientais de Usinas Termelétricas em Manaus

Energia elétrica produzida a partir óleo combustível ou gás natural em Manaus estão em alta, menos para fornecer energia eficiente na cidade.


Termelétrica de Aparecida.
Acreditar que Termelétricas possam ser uma boa alternativa para produção de eletricidade para a cidade de Manaus não é tão seguro quanto se parece, pois a demanda para de combustível fóssil, mesmo à gás natural, requerer grandes investimentos e e utilização de uma energia maior do que é gerada para poder produzir uma pequena parcela complementar à produção fornecida por Balbina.

Mesmo com as constantes quedas de energia em diversos pontos na cidade, essas fontes "alternativas", não suprem a demanda necessária quando há sobre carga ou  falha da fonte principal.


A cidade atualmente possui quatro grandes geradores de energia liberada a partir de calor, com a queima de óleo diesel ou gás natural ,sendo elas:


Usina Termelétrica Breitener Tambaqui
Mauazinho


Usina Termelétrica Breitener Jaraqui

Tarumã

Usina Termelétrica da Manaus Energia
Mauazinho


Usina Termelétrica da Aparecida
Aparecida

Companhia Energética Manauara
AM-010




Parte destas usinas estão se adaptando para fazer a queima da caldeiras de vapor, a partir do gás natural de Urucum, em Coari no Amazonas. Há por trás disso uma gigantesca logística para tornar viável a utilização da água do Rio Negro e do gás natural para gerar energia.

Impactos Ambientais
 O uso de gás natural em grande escala como ocorre em termelétrica, pode ocasionar em vazamentos,  provocando intoxicação ou até mesmo incêndios, como tem ocorrido na cidade. Além dos  sinistros, a queima do gás libera outros tipos de gases à atmosfera, contribuindo para o efeito estufa (constantes ondas de calor) e o aquecimento global, onde lança partículas poluentes que ficam em suspensão no ar,


Na foto acima, da UTE Tambaqui é claramente visível a queima de combustível (gás) que é lançada na atmosfera.

Pouco se questiona sobre a eficácia dessas termelétricas, visto que todos os anos há apagões na cidade e nenhuma delas conseguem ser ativadas quando ocorre o bloqueio de fornecimento da UHE Balbina.

Grandes áreas são desmatadas para poder instalar usinas termelétricas, causando claramente um impacto ambiental na vizinhança, pois muitas áreas são invadidas por habitações irregulares, consequência desse tipo de empreendimento.

Precisamos pensar em  fontes de energia limpa se queremos realmente levantar a bandeira de um Amazonas Sustentável, por mais que tenham investimentos altos em seus estudos e implantações, as boas iniciativas e incentivos são oportunidades para  enxergarmos que é viável  produzir eletricidade de baixo impacto a partir de fontes renováveis como o sol e o vento.

Funcionamento de uma Termelétrica




O funcionamento das centrais termelétricas é semelhante, independentemente do combustível utilizado. O combustível é armazenado em parques ou depósitos adjacentes, de onde é enviado para a usina, onde será queimado na caldeira. Esta gera vapor a partir da água que circula por uma extensa rede de tubos que revestem suas paredes. A função do vapor é movimentar as pás de uma turbina, cujo rotor gira juntamente com o eixo de um gerador que produz a energia elétrica.

Essa energia é transportada por linhas de alta tensão aos centros de consumo. O vapor é resfriado em um condensador e convertido outra vez em água, que volta aos tubos da caldeira, dando início a um novo ciclo.

A água em circulação que esfria o condensador expulsa o calor extraído da atmosfera pelas torres de refrigeração, grandes estruturas que identificam essas centrais. Parte do calor extraído passa para um rio próximo ou para o mar.

Para minimizar os efeitos contaminantes da combustão sobre as redondezas, a central dispõe de uma chaminé de grande altura (algumas chegam a 300 m) e de alguns precipitadores que retêm as cinzas e outros resíduos voláteis da combustão. As cinzas são recuperadas para aproveitamento em processos de metalurgia e no campo da construção, onde são misturadas com o cimento.


Como o calor produzido é intenso, devido as altas correntes geradas, é importante o resfriamento dos geradores. O hidrogênio é melhor veículo de resfriamento que o ar; como tem apenas um quatorze avos da densidade deste, requer menos energia para circular. Recentemente, foi adotado o método de resfriamento líquido, por meio de óleo ou água. Os líquidos nesse processamento são muito superiores aos gases, e a água é 50 vezes melhor que o ar.

A potência mecânica obtida pela passagem do vapor através da turbina - fazendo com que esta gire - e no gerador - que também gira acoplado mecanicamente à turbina - é que transforma a potência mecânica em potência elétrica.

A energia assim gerada é levada através de cabos ou barras condutoras, dos terminais do gerador até o transformador elevador, onde tem sua tensão elevada para adequada condução, através de linhas de transmissão, até os centros de consumo.

Daí, através de transformadores abaixadores, a energia tem sua tensão levada a níveis adequados para utilização pelos consumidores.

A descrição anterior refere-se às centrais clássicas, uma vez que existe, ainda que em fase de pesquisa, outra geração de termelétricas que melhorem o rendimento na combustão do carvão e diminuam o impacto sobre o meio ambiente: são as centrais de combustão de leito fluidificado. Nessas centrais, queima-se carvão sobre um leito de partículas inertes (por exemplo, de pedra calcária), através do qual se faz circular uma corrente de ar que melhora a combustão.

Uma central nuclear também pode ser considerada uma central termelétrica, onde o combustível é um material radioativo que, em sua fissão, gera a energia necessária para seu funcionamento. 

Desvantagens

Entretanto, o alto preço do combustível é um fato desfavorável. Dependendo do combustível, os impactos ambientais, como poluição do ar, aquecimento das águas, o impacto da construção de estradas para levar o combustível até a usina, etc.

Termeletricidade no mundo

As usinas térmicas não são propriamente eficientes, em algarismos sua produção global é cerca de 38%, isto é, apenas aproximadamente 38% da energia térmica colocada na usina pelo combustível torna-se aproveitável como a energia elétrica. 

Fonte: Ambiente Brasil


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